O TOKEN VAG FOI CRIADO PELA EMPRESA VANTAGENS APELATIVAS, LDA. 

Uma empresa Portuguesa, que comercializa e distribui produtos de alta qualidade, através do Markenting de Rede / Network Marketing. Fundada em 2015 e presente em 27 países.

Dando uma oportunidade única a pessoas comuns de obterem rendimentos, comercializando produtos como café, vinhos, azeite, chocolates, entre outros.

A missão da empresa é criar um negócio global de sucesso, baseado em valores fundamentais como a integridade, honestidade e trabalho de equipa, com o compromisso de sucesso para todos, colocando sempre as pessoas em primeiro lugar.

O que é uma Criptomoeda?

Uma criptomoeda é uma moeda digital que assenta em complexos e elaborados elementos matemáticos, que lhe concedem uma independência tal que dispensa uma entidade central que regule e controle o valor da moeda. Os princípios e características das criptomoedas concedem-lhe três fatores essenciais:

–  Descentralização de uma entidade financeira reguladora;

– “Anonimato” e imediatismo de transações e ações;

–  Segurança dessas mesmas transações e a segurança dos valores em criptomoedas.

A criptomoeda mais famosa e mais antiga é a Bitcoin, foi esta moeda que deu início à iminente revolução que estamos a assistir, apesar de ter sido criada há vários anos, assente na criptografia e na Blockchain, são estas as tecnologias e sistemas que garantem as criptomoedas, as características únicas descritas acima.

A criptografia garante que todas as transações são cifradas. Esta encriptação de transações e de movimentos permite o “anonimato” dos intervenientes, mas sem perder o rasto das moedas, o que garante segurança e integridade ao sistema. Este registo de transações e rastreio de movimento está diretamente ligado ao Blockchain (uma espécie de Livro razão).

O Blockchain é regularmente metaforizado a um livro onde são anotadas todas as transações e movimentos de uma certa criptomoeda. Tendo em conta a finitude de unidades existentes respetivas a cada criptomoeda, é essencial rastreá-las e monitorizar todos os movimentos de modo a garantir a integridade do sistema. Cabe a este livro razão digital executar esse papel tão importante.

É a Blockchain que está no cerne da descentralização e segurança das criptomoedas. É, sem dúvidas, a base do sucesso que este novo sistema está a ter.

BLOCKCHAIN

Não há dúvidas de que Blockchain é um termo da moda. Qualquer um que queira parecer inovador e entendido em tecnologia pode, entre uma ideia e outra, dizer que o Blockchain resolve esse ou aquele desafio. O problema é definir, de fato, como funciona essa tecnologia, que existe há mais de 10 anos.

Antes de falar sobre como a Blockchain funciona, é bom lembrar como ele foi desenvolvida. A tecnologia foi usada pela primeira vez como base para o Bitcoin, a primeira criptomoeda criada no mundo. O seu funcionamento é descrito no famoso “paper” de Satoshi Nakamoto, um pseudônimo que esconde o inventor da moeda virtual.

Para o Bitcoin, o Blockchain serve como um grande livro-caixa que registra todas as transações feitas. Imagine que você transferiu um Bitcoin para um amigo, isso será registrado na Blockchain, ou que você usou a criptomoeda para comprar um café, será outra transação registada no gigantesco livro-caixa da Blockchain.

O importante é que esse livro-caixa é descentralizado. Não há uma única pessoa ou um único grupo responsável por inserir as transações e guardá-las, como um contador ou um banco. O registo é distribuído em toda a rede de computadores que participa do sistema do Bitcoin. Todas as transferências são processadas e verificadas por milhares de computadores espalhados pelo planeta. Resolvendo assim os complicados cálculos, os computadores que processam o sistema verificam a veracidade das transações: a pessoa que transferiu aquele Bitcoin tem a posse do ativo? Ela já gastou esse dinheiro antes?

Cada um desses computadores tem sua própria versão atualizada de todas as transações. Como recompensa pelo processamento, os donos dessas máquinas recebem uma recompensa em moedas virtuais, eles chamam-se “Mineradores”.

As transações não são registadas uma a uma, mas sim em blocos. No Bitcoin, um bloco é formado a cada dez minutos, e contém todas as informações de transações feitas durante aqueles dez minutos. Cada bloco é interligado ao bloco seguinte e ao anterior. Garantindo que não seja possível alterar as informações que foram registadas no bloco anterior.

E, apesar de estarem registadas, as transações são criptografadas, por isso, elas não estão inteiramente públicas. É possível verificar que um Bitcoin foi enviado de uma pessoa para outra em determinado horário, mas para saber quem foram as pessoas envolvidas na transação, é preciso ter uma chave criptográfica.

A mesma tecnologia é usada para outras criptimoedas, como Litecoin e Ethereum.

Segurança:
O que torna, pelo menos na teoria, esse sistema seguro é a descentralização. Para os “Hackear” uma operação, seria necessário alterar todas as transações naquele bloco, não apenas num computador, mas em milhões de computadores simultaneamente, usando criptografia. A questão é que para fazer isso é muito difícil ou praticamente impossível.

Há um ataque que vem sendo cada vez mais discutido, conhecido como “Ataque dos 51%”. Para colocá-lo em prática, é preciso controlar mais da metade da rede de mineradores. Com isso, os invasores conseguiriam criar uma “Versão alternativa” da cadeia original de blocos, revertendo transações que já foram feitas e “procurando” os valores que já haviam sido usados (Prática conhecida como Double Spend). Para fazer isso, os invasores precisam de uma grande infraestrutura de computadores.

Outros usos:
O Blockchain foi criado para servir de base para uma moeda virtual, mas as suas aplicações não se restringem só a isso. Os entusiastas defendem que a tecnologia pode ser usada em qualquer situação que envolva um intermediário ou várias partes que não confiam umas nas outras.

A empresa Ripple, por exemplo, faz isso com transferências internacionais de dinheiro entre instituições financeiras “Bancos”, um processo que tradicionalmente é demorado e envolve vários intermediários. Já em Belo Horizonte a “Câmara Municipal” usa a Blockchain para registar o estacionamento rotativo na cidade.

Há ainda experiências de uso da Blockchain para rastrear a produção de um alimento. O cliente poderá, por exemplo, usar um QR Code na embalagem e aceder a informações como o local e data de produção, embalagem e transporte. Outro uso seria registar documentos sem a necessidade de um “Cartório”, ou até mesmo contabilizar os votos dos cidadãos numa Blockchain.